etc

Segunda-feira, Novembro 27, 2006

coincidências bizarras são incômodas.



Sábado, Outubro 28, 2006

É só uma cabeça equilibrada em cima do corpo
Escutando o som das vitrolas, que vem dos mocambos
Entulhados a beira do Capibaribe
Na quarta pior cidade do mundo
Recife, cidade do mangue
Incrustada na lama dos manguezais
Onde estão os homens carangueijos


Depois de uma bateria de debates e enfrentamentos vazios e promíscuos, os dois candidatos à presidência da Repúnlica, Luis Inácio "Lula" da Silva e Geraldo Alckmin, se encontraram frente a frente mais uma vez. A TV Globo resolvendo adotar o modelo norte-americano, colocou os dois candidatos em cadeiras laterais, com o mediador, William Bonner, em uma bancada mais a frente. Aqui, os presidentes respondiam questionamentos de 12 eleitores eleitos entre os 80 que estavam nos auditórios do Projac. Cada um desta dúzia fazia uma pergunta, selecionada das mais de 400 disponíveis na noite de ontem. Como os candidatos podiam - e deviam - caminhar, uma verdadeira máscara glauberiana se consolidou ali. Enquanto um falava e defendia (acusava) o outro de corrupção, privatizações e incompetência velada, o telespectador podia observar o rival atrás, no vídeo, fazendo as mais variadas caras e bocas, negações e olhos tortos.

Na festa que foi o debate global, as câmera contornavam os candidatos como se estes estivessem em uma redoma, o que de certa forma foi o acontecido. As perguntas dos eleitores poderiam fomentar discussões interessantes, mas a disposição de 1 minuto para comentário, 40 segundos para outra pergunta, 1 minuto e meio para a réplica e 1 minuto para a tréplica tornaram as coisas bastante embassadas. Principalmente porque a regra da "pergunta" não foi respeitada e os 40 segundos se transformavam em uma primeira réplica, o quê deixava o candidato nesta posição prejudicado em relação ao outro.

Segurança, desmatamento, transportes, emprego, incentivos fiscais e micro-empresas foram alguns dos temas perguntados por eleitores que se comportavam na arquibancada improvisada no estúdio. Quando, por sorteiro, ficava definida a pessoa a fazer a pergunta, esta levantada tímida e receosa, e perguntava normalmente com a voz embargada. As mesmas acusações infundadas, números dos mais complexos e verdadeiros jogos de retórica - "você está certamente mentindo!" - faziam do joguinho espacial de caminhadas e olhares pejorativos uma ceninha especial para a continuação da masturbação de propostas e cusparadas éticas nas quais estes debates se tornaram.



Sexta-feira, Agosto 04, 2006

O taxista e a siririca

Eis que depois de muito tempo, voltei a pegar um táxi. Inicialmente tinha duas opções, um parado num cruzamento e um outro, um Gol. Certo, vamos de Gol. Faço sinal e um cidadão mid-40's, barba grisalha, negro e barrigudo pára. Ele tinha uma toalha colorida, estilo jamaicano cobrindo as pernas. Não tinha cara de maconheiro. Depois de dizer o destino, o carro deu a partida. O Gol andava capengando, não sei como não morria. Toda vez que o tio passava a marcha o carro cuspia e dava um tranco. Literalmente caindo aos pedaços.

Inicialmente o cidadão começou a discursar sobre Marco Maciel, Geraldo Alckmin, Miguel Arraes, politicagem mesmo. Dizia que todos os políticos roubavam, mas que gostava de Marco Maciel porque ele sempre ficava em cima do muro, não fazia absolutamente nada, mas que não roubava. Eu concordava com tudo, cansado de uma jornada de sete horas em frente a um computador e com o nível de estresse em certo grau elevado. Com certeza, Marco Maciel. não, o senhor está certo, certíssimo.

Não aguentava mais o assunto e resolvi mudar o foco da conversa. Vamos falar do trabalho de taxista, porquê não. É uma coisa que eu sempre pergunto, se aquilo dá dinheiro, quantas horas trabalham por dia, etc. O cara se empolgou. Contou que trabalhava em frente ao Fórum, que fazia mais de 12 viagens por dia, que odiava clientes cujos percursos eram curtos e rendiam menos de R$10,00. Interessante a análise antropológica do taxista. O carro vinha a trancos e solavancos, quase aos pedaços. Passamos em um viaduto e ele resolveu contar que um certo dia um viado deu em cima dele.

Analisei o cara. Será que ele era viado? Não, não era não, eu teria notado. "O viado chegou e botou a mão nas minhas costas e disse que eu era lindo, que minha barba tava muito bonita". Certo, sr. taxista. O quê diabos você quer que eu fale? Ele contou que o viado deu em cima dele e que ele disse que "aquela não era a praia dele", se o viado não queria descer do carro. Não satisfeito, contou uma história de um juiz federal baiano que andou com ele. Segundo o depoimento, o magistrado vinha a um congresso no Recife e em dado momento da viagem pegou nos braços do taxista e falou algo como: "seus braços são tão fortes. você malha? seu rosto é lindo." Err, eu não precisava estar ouvindo aquilo, sabe. Voltemos a Marco Maciel! Política, por favor! O juiz se ofereceu para dar ao cara, que disse com toda paciência do mundo que tinha mulher e filha. Não satisfeito, o coroa ainda disse onde estava hospedado e convidou o taxista para um "tour por Recife". Prontamente negado.

Acho que ele se cansou do estoque de viadagem e resolveu passar para o heterosexualismo. Melhor. "Uma mulher de uns 40 anos, boazuda. Ela sentou aqui do meu lado e ficou olhando pra im. disse que ia pra Piedade. Quando a gente passou pelo cais ela abriu as pernas assim e disse que queria que eu a comesse. Que o marido dela estava bêbado em casa e que ela precisava daquilo, que tinha me achado bonito. Aí eu perguntei se ela queria ir prum motel comigo. Ela disse que não, que não. Então começei a siriricá-la (esse foi o verbo)". Siriricá-la. O taxista é bissexual, pensei. Ele disse que fez aquilo até ela gozar na mão dele tão forte que o banco do carro tinha ficado todo sujo. Haja exercício de pompoarismo. Não sei porquê, mas naquela hora eu lembrei da velha que tinha tido um orgasmo com Roberto Carlos, o cantor. aquela lá do depoimento da novela das 8 que fez uma festa no youtube. Depois de concluído o ato mano-sexual, o taxista deixou-a em uma esquina de Piedade e disse que a perseguiu para ver onde ia. Tinha medo da polícia. Ela entrou no shopping. "Ela foi siriricada fortemente".

Domingo, Julho 09, 2006



Queimei a língua. Essas coisas acontecem quando você ouve uma determinada banda ou vê determinado filme com certos pré-conceitos (diz-se estruturas pré-concebidas) quanto ao produto. Pois bem, depois de tantos elogios, babações, declarações de amor e protecionismo da mídia especializada, a minha relação com o Arctic Monkeys acabou se transformando. Inicialmente vou dizer que existia sim uma má vontade e isso é uma das coisas mais perigosas para quem ouve música e pretende se propor a escrever sobre o assunto ou o que quer que seja relacionado com tal mundo. O fato é que fui ouvir a "maior revelação do rock", a "melhor banda dos últimos tempos da última semana", "o arrasador de quarteirões do myspace" entre outras alcunhas cretinas que já li por aí, com uma tremenda má vontade. E coloca má vontade aí. Fui todo armado, rejeitando qualquer acorde que os caras pudessem promover.

Eu também começei errado. Eu começei com os singles da banda, mais crus, mais estranhos e com menos refinamento musical e riffs hipnóticos de uma "dancing shoes" ou "fake tales from san francisco". Daí foi negação total, passei a negar a banda com todas as minhas forças e por pouco não passei a odiar quem gostasse dos caras. Ridículo. Certo dia, sabe-se lá porquê - até sei, foi por causa de "i bet that you look good on the dancefloor", que era a única que eu gostava - resolvi ouvir denovo o album. "whathever people say i am, thats i'm not" é uma negação no próprio nome. O termo "hype" cairia aqui como uma luva se eles realmente não fossem um tremendo hype. Mas a conotação negativa que essa palavra ganhou acabou impugnando qualquer das bandas novas em atitudes dos puristas musicais que se multiplicam em cada esquina e apequenam o sentido da nova música, do post-punk, do post-rock, e de outros posts tão pretenciosos quanto. A verdade foi que ouvir Arctic Monkeys, três, quatro meses depois de um primeiro contato foi redescobrir a banda. É, assim desse jeito mesmo. E ver que a barulheira que eles fazem tem total sentido, e que tudo se encaixa, sejam os riffs grudentos de "red lights indicates doors are secure" ou o baixo pesado e pegajoso de "dancing shoes". De certa forma é uma banda que reinventa as concepções do pop-punk-reggae e até intimistas, junto com os Strokes e ao mesmo tempo que coloca um quê de dançante no caldo todo, acrescenta qualidades musicais nem sempre vistas, e principalmente, escassas na grande maioria das bandas que vêm surgindo por aí. Arctic Monkeys não é a salvação do rock como muitos têm sugerido, mas que é uma puta banda, isso é verdade. Dadas todas as devidas proporções.

Sexta-feira, Maio 05, 2006

http://canalhagem.wordpress.com/

vou tentar denovo. visitem lá.

tchüss.

Sábado, Abril 29, 2006

Só pra dizer

Eu eu não curto ter apenas 19 anos. Queria mais uns 3 anos aí.


*na verdade eu tinha escrito um post sobre outra coisa qualquer e não deu pra apagá-lo, então eu editei com isso daí.

Domingo, Abril 23, 2006

Abril Pro Rock - Noite 1


de Guilherme Moura

A primeira noite de shows do Abril pro Rock foi uma das coisas mais decadentes que eu já vi em muito tempo. A sexta-feira estava dedicada a shows eletrônicos, a bandas andrógenas e a estranhezas, como João Gordo e Igor Cavaleira como djs. Nada muito diferente do que normalmente ocorre na experimental Recife, mas a estratégia de tentar aproveitar o nicho de um público muito aberto a música eletrônica no Abril foi errada. Para começar, as dimensões do evento - muito grande - num espaço como o Pavilhão do Centro de Convenções, o que significa chão para umas vinte mil presentes, no mínimo. O que se viu no primeiro dia foram apenas umas 500 pessoas, não muito mais do que isso; uma tenda da petrobrás com videogames - isso mesmo que você está lendo - e as já famosas barraquinhas de pizza, coxinhas e afins. Eis que a primeira banda sobe ao palco, a cearense Montage, que já demonstrou ter um público aqui no Recife. Talvez uma das apresentações mais constrangedoras da noite, mas que empolgou o seleto número de dedicados ao grupo. O vocalista, Daniel Peixoto, usava meia de arrastão, mostrava as coxas, estava coberto de maquiagem e uma espécie de sunga. Nada muito incomum a quem costuma ouvir Bowie, New York Dolls, ou coisa parecida, ainda que colocá-los junto com a electro Montage seja uma heresia das mais cruéis. Daniel dançava loucamente na máxima de "faça alguma coisa muito bizarra para ganhar visibilidade e fazer grana", como o Cansei de Ser Sexy conhece com a palma da mão. O público em geral olhava indiferente a tudo aquilo, a não ser as duas primeiras filas da pobre platéia.

Depois foi a vez da pior banda da noite, a alemã Kook and Roxxy, liderada pela vocalista pernambucana Roxxy, a banda fez um show... De playbacks, saltinhos, guitarra em formato de coração e da vocalista gordinha se auto-declarando a Madonna do electro. Decepcionante a qualquer um que tenha ido ali, argumento perceptível por quase ninguém dançando e pela preferência dos presentes a jogos como Totó e Arcade - que também estavam no pavilhão do Centro de Convenções - à banda. O mais divertido era que Roxxy batia na guitarra e não saia som, e quando o teclado dava uma nota que seria a da guitarra, ela corria para tentar encaixar o dedo corretamente. Pastelão.

A Stereo Total foi a loucura dos indies e geeks de plantão. A alemã composta por Françoise Cactus e Brezel Göring é visivelmente estranha e ruim, muito ruim. A pretensão daqueles dois em cima do palco ainda torna as coisas muito piores. Isso também envolvendo as tentativas frustradas de um Arcade Fire - vide o tecladista batucando nas paredes, nos pés da bateria, no teclado, em si próprio - que mais parecia uma perversão demente de qualquer coisa que eles achassem divertida. A vocalista Françoise, que mais parecia uma professora chata dos anos 50 - fazia o visual retrô de que ser cool é parecer diferente. Não deixa de ser irritante essa postura de que o "bizarro" é o cult, e que Brezel usando pouca roupa e Cactus dando gritos esganiçados foram coisa maravilhosa.

Depois foi a vez de Diplo e do Bloco Mega Hits. A este momento, muita gente já tihha deixado o local, muitos em decorrência do horário, que já passava fácil ás 3 da manhã, e outros por mera sonolência mesmo. Incialmente, o companheiro do fiasco americano que tocou no Tim Festival do ano passado, M.I.A. Diplo com certeza foi o grande momento da noite, fez todo mundo dançar com releituras de funks, batidões e arranjos de Deise Tigrona. A atmosfera criada pelo dj determinou uma verdadeira mudança de ares, já que a sua espontaneidade serviu para fazer com que o público esquecesse da arrogância do Stereo Total. Momento certo para o Bloco Mega Hits entrar em cena, o que também foi bastante interessante. Não necessariamente enquadrado como uma atração "dançante", o grupo formado pelo local Dj Dolores e pela Orquestra do bairro da Bomba do Hemetério fazia brincadeiras com composições de Nirvana, James Brown e The Cure. Inusitado? Com certeza, já que ouvir "Smells Like a Teen Spirit" desfigurado por trompetes, foi algo até interessante.

Por último, os djs do metal. Igor Cavaleira e João Gordo nas picapes. Provavelmente a atração mais esperada da noite, junto com Stereo Total. Para mim, a mais cheia de embuste. Os dois se serviam de bases de AC/DC, Ramones, Queen, entre outras bandas muito conhecidas do público roqueiro, para depois conjugarem com o mais comum batidão pesado de Igor Cavaleira. Nada mais apelativo e pobre. O público se empolgou e a dança se restituiu com os acordes de Angus Young, do AC/DC. Mas a "fórmula" de deixarem rolar tais bandas por 10-15 segundos para depois aplicarem a mesmice foi logo percebida pelos poucos corajosos que ficaram até ali, eu inclusive. João, que ficava com uma cerveja na mão o tempo inteiro, e Igor Cavaleira, mais gordo, não pareciam dar muita atenção à pequena platéia, talvez por isso mesmo.

Vale lembrar a participação medíocre de Matheus Nachtergaele durante a apresentação do Bloco Mega Hits. Todo mundo achava que a entrada do ator no palco era programada, mas longe disso. O artista - visivelmente alterado, drogado de ácido ou qualquer coisa mais pesada - começou a gritar no palco, a olhar para o além. A banda tentava fazer um coro com Matheus, que simplesmente não conseguia ouvir voz nenhuma. Quando perguntado se queria agradecer a alguém, ele simplesmente respondeu com um sonoro "tuuuu" de 3 minutos ininterruptos. Depois disso, se jogou no meio da platéia - que se resumia a um cidadão disposto a ajudá-lo - e ficou parado, olhando para o nada com o rosto inclinado. Taí um exemplo de quem está literalmente cagando para a própria imagem.

Ontem não fui na noite dos horrores, o metal e suas vertentes atacando em cena. Uma pena eu ter perdido Forgotten Boys, mas o horário cedo - 17 h - atrapalhou qualquer incentivo maior a acompanhar os shows. Hoje a coisa parece ser melhor, Cachorro Grande, Orquestra Imperial, Volver, entre outras, se dividem em dois palcos. Bom público é esperado. Vamos ver.

Quinta-feira, Abril 20, 2006

nunca pensei que fosse estar em plena quarta-feira num estádio de futebol, das 21 ás 00:50, trabalhando em chuva torrencial.

mas a vida muda e essas coisas são interessantes e extremamente engraçadas.

Terça-feira, Abril 11, 2006

problemas e estresse.

e eu sou um idiota.

Segunda-feira, Abril 10, 2006

que diazinho bizarro, ô. demais.

mas eu tou com Truman Capote para ler, então nem tem problema.

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e a Suzane von Richthofen devia ser candidata ao Framboesa de Ouro desse ano, porque nem fingir direito ela sabe. e eu aposto que o advogado treinou várias e várias vezes aquelas simulações de choro, camisetas da minnie e pantufas fofinhas. e mesmo assim parece que o treinamento foi inútil. tudo bem que queiram taxá-la de retardada para ganhar um excludente de criminalidade aí, mas ao menos podiam ter mandado a menina fazer alguma escola de interpretação, aprender a chorar a hora que quisesse, abraçar a repórter e dizer que a amava incondicionalmente, dizer ao vivo que era pansexual, etc. mas do jeito que tava lá não deu muito não. o mesmo para os esquemas advogados/tutor/Suzane. os caras são amadores mesmo. nem pra colocar uma escuta telefônica igual aos filmes de espionagem do Sean Connery e passar as instruções por ali. pena que agora ela só vai fazer escola de criminalidade mesmo. isso se as detentas não resolverem brincar com ela antes.

o mais engraçado é que parece que o mais importante - só hoje ouvi duas vezes - é dizer que ela é gostosa.


efeito gravador

Eu tou lá conversando com o jogador recém contratado, clima informal, colhendo algumas informações e coisas assim. O cara é gente boa, tá falando tranquilo, mesmo sendo tímido. Os imprevistos de quem trabalha com jornalismo me pegaram de jeito. Aí, conversa vai, conversa vem, digo que vou gravar com ele mesmo. Quando tiro o gravador e coloco de frente pra ele, pronto. Emudeceu! Palavras cuspidas à conta-gotas, mesmo discurso de "a gente vai tentar dar o melhor pelo clube, a gente tem que agarrar qualquer oportunidade que aparecer", etc.

Só porque eu sou ético eu não escondo o gravador.

Sábado, Abril 08, 2006

existe coisa mais legal que a tal troca de olhares?

é tão bonito. é o charme, saca.


set list para alguém que nunca ouviu beatles e me pediu uma coletânea deles.

valendo-se apenas de abbey road - revolver - white album - sgt peppers - rubber soul + a música "help!", que foi pedida.

help!
birthday
drive my car
run for your life
getting better
got to get you into my life
doctor robert
think for yourself
yellow submarine
savoy truffle
helter skelter
come together
glass onion
mean mr. mustard
polythene pam
she came in through
golden slumbers
carry that weight
the end
lovely rita
sexy sadie
taxman
revolution 1
back in the urss
sgt peppers lonely hearts club band (reprise)


mean mr. mustard-polythene pam-she came in through-golden slumbers-carry that weight-the end é uma das melhores sequências que existem, diz aí.


a porra mais escrota no jornalismo nem é a burrice das pessoas, a falta de informações, a manipulação, a interferência de quem tem a grana, a jornada de trabalho extensa, o salário medíocre, as pautas ruins, os falsos moralistas, duelos de vaidades ou qualquer outra coisa que você pensar.

a pior coisa é o chamado "qi", ou quem indica. é quase um mercado paralelo de venda de vagas camufladas por picaretagens.